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TRABALHOS NA CÂMARA E NO SENADO ESTÃO PARALISADOS

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Rogério Marinho (PL-RN) anunciou na manhã desta terça-feira (5) que a oposição promoverá obstrução no Congresso Nacional. Isso significa que as votações serão travadas tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal. O parlamentar destacou que as medidas começarão a vigorar imediatamente, já a partir desta terça-feira, como forma de pressionar o governo por mudanças. A decisão reflete o descontentamento da oposição com a atual condução política e a falta de negociação sobre temas considerados prioritários pelo bloco.

Sóstenes Cavalcanti (PL-RJ) reforçou a posição do grupo, afirmando que a oposição impedirá o funcionamento regular da Câmara. Ele declarou: “Enquanto não houver diálogo sério para pensar nas soluções para o Brasil, vamos entrar em obstrução total e não vamos recuar enquanto houver caminhos para a pacificação.” A fala do deputado deixa claro que o bloqueio às pautas no Legislativo permanecerá até que haja concessões por parte do governo, especialmente em relação às demandas apresentadas pelo bloco oposicionista.

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Entre as principais reivindicações da oposição está a anistia ampla, geral e irrestrita, como destacou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Além disso, o grupo pressiona pelo impeachment do ministro do STF Alexandre de Moraes, pela aprovação de uma anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023 e pelo avanço da PEC que extingue o foro privilegiado. Essas pautas têm sido centrais no discurso da oposição, que as considera essenciais para a “defesa da democracia e da justiça”.

A obstrução no Congresso pode impactar diretamente a agenda legislativa, travando projetos de interesse do governo e do próprio Parlamento. Analistas políticos avaliam que a medida é uma estratégia de pressão, mas também pode gerar desgaste para ambos os lados, já que paralisa discussões importantes para o país. Enquanto a oposição exige negociação, o governo enfrenta o desafio de administrar a crise institucional sem ceder às demandas consideradas inflexíveis. O impasse tende a se prolongar até que um dos lados abra espaço para um acordo ou até que a pressão pública influencie a decisão dos parlamentares.**

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