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LEGISTA DE VARGINHA FAZ RELATO SOBRE A AUTÓPSIA DO SOLDADO CHEREZE E A CRENÇA NO FENÔMENO EXTRATERRESTRE



Meu nome é Armando Fortunato Filho. Sou médico sanitarista e atuei como Secretário Municipal de Saúde de Varginha/MG durante a pandemia de Covid-19. Anteriormente, na época dos acontecimentos relacionados ao chamado "ET de Varginha" em janeiro de 1996, exerci a função de médico legista.

Venho a público, de forma voluntária, prestar os seguintes esclarecimentos, afirmando sob minha ética profissional que narro a verdade dos fatos, sem conflitos de interesse de qualquer natureza.

Em meu exercício no IML (Instituto Médico Legal) da Polícia Civil de Minas Gerais, foi a mim designada a autópsia do soldado da Polícia Militar (PMMG) Marco Eli Chereze. O corpo foi encaminhado ao instituto com a suspeita inicial de erro profissional no seu atendimento médico.

Durante o procedimento, foram coletadas amostras anatomo-patológicas de órgãos e sangue, que foram posteriormente enviadas para análise no laboratório do renomado patologista Dr. João Batista Macuco Janini, visando investigações complementares.

No corpo, constatou-se uma cicatriz recente na região axilar esquerda, decorrente da drenagem cirúrgica de uma lesão infecciosa (hidradenite). Conforme o histórico, o paciente faleceu alguns dias após avaliações médicas sequenciais que diagnosticaram, inicialmente, lombociatalgia aguda. Foram prescritos anti-inflamatórios e relaxantes musculares, medicamentos que podem ter mascarado a progressão de uma infecção – que evoluiu para pneumonia e, com surpreendente rapidez, para uma septicemia aguda, resultando no óbito do jovem.

Considerando, porém, o conjunto de fatos que cercam o período, minha percepção sobre o caso tornou-se mais ampla:

1.    O relato dos senhores Antônio José e Marcelo Costa (pai e filho), fazendeiros da zona rural de Três Pontas, cidade vizinha, que afirmaram ter avistado uma "nave" semelhante a um ônibus iluminado, aproximadamente três dias antes dos eventos em Varginha.

2.    As mortes súbitas e inexplicadas de animais no zoológico municipal de Varginha, ocorridas na mesma semana.

3.    Os relatos consistentes das três jovens (hoje adultas), que mantêm a declaração de terem visto uma criatura não humana em um terreno da cidade.

4.    O parecer técnico do Dr. Janini, que, ao analisar o material do soldado Chereze, descreveu a bactéria encontrada como atípica, de altíssima virulência e de origem desconhecida, aventando a possibilidade de não ser terrestre.

5.    O depoimento recente do colega neurologista Dr. Ítalo Venturelli, que afirma ter visto o ser no Hospital Regional.

Diante deste conjunto de evidências – os relatos de pessoas idôneas, os fenômenos paralelos e, sobretudo, o laudo patológico de natureza extraordinária –, minha conclusão pessoal é a de que acredito na presença de seres extraterrestres em nossa cidade no mês de janeiro de 1996.

Por: Dr. Armando Fortunato

 

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