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FIM DE UMA ERA DITATORIAL NA VENEZUELA: MADURO CAPTURADO EM OPERAÇÃO MILITAR DOS EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na manhã deste sábado (3) que Nicolás Maduro foi capturado juntamente com sua esposa e está sob custódia das autoridades norte-americanas. A operação militar, que começou às 2h30, teve como alvo inicial bases militares e aeroportos estratégicos para impedir qualquer tentativa de fuga do líder venezuelano. A ação culminou com a captura direta de Maduro e de sua esposa, que foram subsequentemente removidos do território nacional. De acordo com Trump, o presidente venezuelano já se encontra fora da Venezuela.

"Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso uma operação militar de grande escala contra o regime venezuelano e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado juntamente com sua esposa e extraído do país por via aérea", declarou o presidente norte-americano. Segundo a agência Associated Press, pelo menos sete explosões foram registradas em Caracas em um intervalo de 30 minutos. Moradores relataram pânico generalizado, correria nas ruas, forte barulho e tremores significativos nas proximidades da Base Aérea de La Carlota, localizada no sul da capital.

Hoje marca um dia histórico no qual o Estado Democrático de Direito na Venezuela pode começar a celebrar o início do fim do chavismo. Inúmeras vidas foram cruelmente ceifadas, com milhares de cidadãos submetidos a tortura, perseguição política e prisões arbitrárias durante o governo autoritário de Nicolás Maduro. Um povo que foi sistematicamente silenciado e privado de suas liberdades fundamentais por um regime ditatorial agora vislumbra a possibilidade de justiça. Com a queda do líder, abre-se um caminho para que a sociedade se reorganize, buscando lideranças comprometidas com valores humanitários e democráticos, a fim de erradicar definitivamente o legado sangrento do chavismo, que impera no país desde 2013.

Maduro, em um último esforço desesperado, chegou a convocar os governos da América Latina e do Caribe para uma mobilização em solidariedade ao seu país, mas não obteve resposta efetiva. A comunidade internacional, em sua maioria, já havia isolado diplomaticamente seu governo, reconhecendo a ilegitimidade de seu mandato e condenando as graves violações aos direitos humanos. A falta de apoio externo contribuiu para o colapso final de sua administração, evidenciando o completo descolamento do regime das necessidades e anseios do povo venezuelano.

Não apenas os venezuelanos estão em festa, mas também todas as nações democráticas ao redor do mundo que se recusaram a aceitar os resultados das eleições venezuelanas, consideradas fraudulentas e ilegítimas. Este momento é visto como uma vitória para a liberdade, a soberania popular e o respeito aos direitos humanos, simbolizando um passo crucial para a restauração da democracia e da justiça na Venezuela. A esperança agora é que o país inicie um processo de transição pacífica, reconstrutiva e inclusiva, rumo a um futuro de prosperidade e liberdade.

Por: João Bosco

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