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COPA DO MUNDO DE 2026 COMEÇA NESTA QUINTA-FEIRA (11) COM 48 SELEÇÕES E HISTÓRIA INÉDITA

  • há 1 hora
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A maior edição da história do futebol mundial terá início logo mais, às 16h, quando a bola rolar pela primeira vez na Copa do Mundo de 2026. Pela primeira vez, o torneio será sediado em três países – Estados Unidos, México e Canadá – e contará com a participação recorde de 48 seleções. Todas elas entram em campo com um único objetivo: conquistar o cobiçado título de campeã mundial. A expectativa é de um mês de jogos emocionantes, quebras de padrões históricos e, possivelmente, novas potências surgindo no cenário internacional.

O jogo de abertura acontecerá no lendário Estádio Azteca, na Cidade do México, palco de momentos inesquecíveis para o futebol brasileiro. Foi justamente nesse estádio, em 1970, que o Brasil se tornou tricampeão mundial com a seleção considerada por muitos a maior de todos os tempos, liderada por Pelé. Agora, o México, um dos países anfitriões, recebe a África do Sul na partida inaugural, revivendo a tradição de que o país-sede dá o pontapé inicial na competição. O Azteca, portanto, entra mais uma vez para a história como cenário de abertura de uma Copa transformadora.

Entre as 48 seleções participantes, algumas já despontam como favoritas naturais ao título, de acordo com retrospectos recentes. Espanha, França, Brasil, Argentina, Alemanha, Holanda e Inglaterra formam o grupo das mais cotadas. A Espanha, por exemplo, chega embalada pelo futebol vistoso e eficiente que apresentou nas últimas competições europeias. Já o Brasil, pentacampeão, alimenta a esperança de encerrar um jejum de 24 anos sem conquistas mundiais e busca o tão sonhado hexacampeonato.

Um dado curioso persiste na história das Copas: todos os campeões mundiais pertencem exclusivamente à América do Sul e à Europa. No total, o continente sul-americano soma dez títulos, sendo cinco do Brasil, três da Argentina e dois do Uruguai. A Europa, por sua vez, lidera com 12 conquistas: quatro da Alemanha, quatro da Itália, duas da França, uma da Espanha e uma da Inglaterra. Nenhuma seleção de outros continentes, como África, Ásia ou América do Norte e Central, conseguiu ainda erguer a taça — um feito que pode começar a ser questionado nesta edição ampliada.

Com 48 seleções, o formato inédito abre espaço para um número maior de surpresas e zebras. Grupos mais equilibrados e a possibilidade de terceiros colocados avançarem aumentam a imprevisibilidade da competição. “Tudo pode acontecer”, repetem os comentaristas esportivos. Embora a Espanha seja apontada como fortíssima candidata pelo futebol apresentado, a esperança dos brasileiros segue intacta: que venha o hexa. E, como diz o velho ditado, no futebol, a esperança é realmente a última que morre.

Por: João Bosco

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