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PESQUISA QUAEST APONTA TARCÍSIO COM FOLGA SOBRE HADDAD EM SÃO PAULO

  • há 2 horas
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Pesquisa Quaest divulgada na manhã desta quarta-feira (29) mostra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), líder isolado na corrida ao Palácio dos Bandeirantes. De acordo com o levantamento, Tarcísio aparece com 38% das intenções de voto no primeiro turno contra 26% do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT). O cenário inclui ainda o tucano Paulo Serra (PSDB), que registra 5% das preferências. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Em um segundo cenário testado pelo instituto, sem a participação de Paulo Serra, a vantagem de Tarcísio sobre Haddad aumenta. O governador chega a 40% das intenções de voto, enquanto o petista oscila positivamente para 28%. O resultado indica que, mesmo sem o nome do PSDB na disputa, a diferença entre o primeiro e o segundo colocado se mantém em 12 pontos percentuais — o que, na prática, consolida a liderança confortável do atual chefe do Executivo paulista. Especialistas apontam que a rejeição ao governo federal e a popularidade de Tarcísio entre eleitores do centro e da direita explicam parte dessa dianteira.

Em um eventual segundo turno entre Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad, a distância se mostra ainda mais expressiva. O governador paulista aparece com 49% das intenções de voto, contra apenas 32% do ex-ministro. O percentual de indecisos ou eleitores que declaram voto em branco ou nulo nesse cenário é de 19%. Analistas políticos ouvidos pela reportagem destacam que o desempenho de Tarcísio reflete sua estratégia de descolamento do governo Lula e de forte apelo a pautas de segurança pública e desenvolvimento econômico, enquanto Haddad ainda amarga desgastes decorrentes de sua passagem pelo Ministério da Fazenda.

A pesquisa Quaest foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 1.650 eleitores entre os dias 23 e 27 de abril. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-0583/2026. A tendência, segundo cientistas políticos, é que a diferença se mantenha nos próximos meses, a menos que o cenário nacional sofra alterações drásticas.

Por: João Bosco

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