Pesquisa Apex/Futura indica empate técnico e vitória de Flávio em um provável segundo turno
- jbcomunicacoes100
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Divulgada na tarde desta terça-feira (10), uma nova pesquisa de intenção de voto para a Presidência da República, realizada pelo instituto Apex/Futura entre os dias 3 e 7 de fevereiro, aponta um cenário de forte competitividade e uma reviravolta nas projeções eleitorais. O levantamento, que ouviu dois mil eleitores em todo o país, mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) virtualmente empatado com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno e em vantagem no segundo. Os números sugerem uma significativa mudança no panorama político que estava sendo desenhado por pesquisas anteriores.

No cenário de primeiro turno apresentado pela Apex/Futura, Flávio Bolsonaro aparece com 37,3% das intenções de voto, enquanto o presidente Lula tem 35,9%. A diferença de 1,4 ponto percentual está dentro da margem de erro de dois pontos, para mais ou para menos, configurando um empate técnico entre os dois candidatos. Este resultado imediato coloca os demais pré-candidatos em um patamar distante, indicando uma polarização renovada e intensa no eleitorado.

A projeção para um eventual segundo turno é ainda mais impactante e serve como o dado mais surpreendente do estudo. Segundo a pesquisa, Flávio Bolsonaro alcançaria 48,2% dos votos válidos, contra 42,4% do presidente Lula. Essa vantagem de 5,8 pontos, ainda que dentro de um cenário hipotético, demonstra uma capacidade de crescimento do senador no confronto direto e aponta para um eleitorado indeciso e volátil que poderá definir a eleição.

Especialistas consultados pela reportagem destacam que os números da Apex/Futura, registrados sob o número BR-02276/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), devem ser analisados com cautela, dada a distância ainda considerável das eleições. No entanto, a pesquisa cumpre o papel de sinalizar que a corrida presidencial está totalmente aberta e longe de ter um favorito definido. O crescimento rápido nas intenções de voto atribuído ao senador e a aparente estagnação ou queda do atual presidente tornam o cenário eleitoral dos próximos meses imprevisível e sujeito a grandes movimentos.
Por: João Bosco








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