“LIXO NO LUGAR ERRADO: A IRRESPONSABILIDADE QUE SUJA A CIDADE E ADOECE A POPULAÇÃO”
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Falta de civismo travestida de “distração” – Colocar o lixo na calçada um dia antes da coleta não é erro; é escolha. O morador sabe que o caminhão passa às 18h, mas prefere se livrar do saco na noite anterior para não “perder tempo” pela manhã. Esse comodismo transfere o custo da sujeira para vizinhos e para o poder público.

O “efeito manada” da porquice – Quando um saco aparece rasgado na esquina, vira imã para outros. Em dias de vento, papéis, restos de comida e plásticos invadem ruas e bueiros. A população trata o logradouro como extensão de sua lixeira particular, ignorando que o espaço público é de todos – e, portanto, responsabilidade de todos.

A falsa justificativa “a prefeitura que limpe” – Muitos argumentam que pagam impostos, logo a coleta é obrigação do município. Ora, a coleta passa seis vezes por semana neste local em Varginha. O problema não é falta de serviço; é falta de vergonha na cara de quem abandona entulho e sacos em qualquer horário, forçando garis a trabalharem em condições degradantes.

Negligência sanitária – Restos de comida expostos atraem ratos, baratas e moscas. A população reclama de dengue, leptospirose e diarreia, mas não conecta o lixo na rua ao aumento dessas doenças. É a velha hipocrisia: querem cidade limpa, mas não sujam as próprias mãos para manter a limpeza.

Aos que insistem no erro: o mau cheiro, os bueiros entupidos e o visual degradado não são “castigos da natureza” – são consequências diretas da sua sacola jogada no meio-fio.
Coloque no horário certo. Ou guarde em casa até lá. Não é difícil – é apenas decente.









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