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FLÁVIO BOLSONARO VENCE LULA NO 2º TURNO APONTA PESQUISA QUAEST; VANTAGEM É DE 2 PONTOS

  • há 2 horas
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Pesquisa Quaest divulgada na manhã desta quarta-feira (15) aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL) venceria o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno da eleição presidencial de 2026. De acordo com o levantamento, Flávio Bolsonaro aparece com 42% das intenções de voto contra 40% de Lula, resultado que indica empate técnico dentro da margem de erro, mas com vantagem numérica para o ex-presidente Jair Bolsonaro. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em todo o território nacional entre os dias 9 e 13 de abril e foi encomendada pela Genial Investimentos.

O cenário representa uma virada expressiva em relação ao levantamento realizado pela mesma Quaest em dezembro do ano passado, quando Lula liderava com dez pontos percentuais de vantagem sobre Flávio Bolsonaro. Agora, a diferença não só foi eliminada como se inverteu, com o senador passando à frente do chefe do Executivo federal. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o que significa que os dois candidatos tecnicamente empatam, mas a oscilação demonstra uma clara tendência de crescimento do nome bolsonarista e de desgaste da imagem do petista.

A trajetória ascendente de Flávio Bolsonaro nas pesquisas Quaest vem se confirmando mês a mês. Em fevereiro, o senador registrava 38% das intenções de voto; em março, o índice subiu para 41%; e agora, em abril, chegou a 42%. Enquanto isso, Lula oscilou negativamente no mesmo período caindo 6%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 09285/2026, garantindo sua validade estatística e jurídica. Embora o levantamento não seja uma projeção definitiva de resultado, ele acende um sinal de alerta no campo governista e anima a oposição, que vê no nome de Flávio Bolsonaro uma alternativa viável para reverter o cenário eleitoral. Analistas políticos destacam, no entanto, que a eleição ainda está distante e que outros fatores — como alianças partidárias, desempenho econômico e eventuais fatos novos — podem alterar o quadro nos próximos meses.

Por: João Bosco

Foto: Divulgação/Redes Sociais

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