Falta de "maionese" holandesa derruba Depay e decide clássico a favor do Palmeiras
- jbcomunicacoes100
- há 51 minutos
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Em uma cena que ficará marcada nos clássicos paulistas, Memphis Depay protagonizou um momento de surreal fragilidade técnica no lance que poderia ter mudado o destino da partida. Na Arena Neo Química lotada, o atacante, em vez de aplicar sua experiência europeia, pareceu literalmente "escorregar na maionese" – ou na falta dela. Ao cobrar o pênalti, o holandês perdeu o equilíbrio de forma grotesca, conectando com a bola não com a parte interna do pé, mas sim com o tornozelo. O resultado foi um chute sem força, direção e, principalmente, sem a dignidade que se espera de um jogador de seu calibre. O que seria a abertura do placar no dérbi se transformou no prenúncio de sua noite frustrante.

A ironia do destino, ou talvez da física básica do futebol, se consumou logo em seguida. Enquanto o ataque corinthiano ainda parecia atordoado pelo fiasco técnico de seu principal nome, o Palmeiras partiu para o contra-ataque fatal. No final do segundo tempo, Flaco López, com um toque muito menos rebuscado, mas infinitamente mais eficaz, decidiu o clássico. A vitória alviverde, conquistada em cima de um erro individual bizarro, carrega agora o sabor extra de ter sido presenteada pelo rival, com um embrulho de tornozelo e uma fita de falta de concentração.

O episódio não passou despercebido em seu país de origem. Na Holanda, onde a técnica é tratada como dogma, a perda do pênalti por Depay foi recebida com perplexidade e ironia cortante. A imprensa e os torcedores holandeses criticaram ferozmente o lance, ressaltando que "não é todo dia que se vê um pênalti batido com o tornozelo" – um erro de escola inadmissível para um veterano que se formou nas categorias de base do PSV e atuou nos maiores campeonatos do mundo. O momento, amplamente repercutido, serviu como uma humilhante lição de que, no futebol, a classe nominal vale menos que a serenidade na hora decisiva.








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