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Deputado Alfredo Gaspar aciona STF, PF e PGR contra Lindberg Faria e Soraya Thronicke por acusações falsas de estupro

  • há 18 horas
  • 2 min de leitura

O deputado federal Alfredo Gaspar (AL), relator da CPMI do INSS, acionou o Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Federal (PF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o deputado federal Lindberg Farias (PT-RJ) e a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) por supostas acusações falsas de estupro. O parlamentar ingressou com medidas judiciais após os colegas terem anunciado, durante a leitura do relatório final da comissão, que o relator teria cometido estupro de vulnerável no passado. Além de adotar uma série de providências judiciais, Gaspar também apresentou uma queixa-crime no STF, alegando que as declarações foram proferidas com o intuito de difamá-lo e comprometer seu trabalho à frente da CPMI.

O episódio ocorreu no momento em que Gaspar lia o relatório final da CPMI do INSS, documento que pedia o indiciamento de mais de 220 pessoas investigadas por irregularidades na previdência. Segundo o deputado, a narrativa divulgada pelos dois teria sido distorcida, e o episódio mencionado estaria relacionado a seu primo, e não a ele. Em sua defesa, Gaspar sustenta que as acusações são infundadas e que os parlamentares agiram com má-fé, utilizando informações inverídicas para desacreditar seu trabalho na comissão.

Ao buscar os mais altos órgãos do sistema de justiça, Alfredo Gaspar demonstra sua intenção de esclarecer os fatos com celeridade e rigor. Em pronunciamento, o deputado afirmou: "Eu só quero a verdade, a celeridade e a justiça. Estou à disposição para qualquer apuração. Só aceito a cassação dos dois". A declaração evidencia a postura firme do parlamentar, que não apenas rejeita as acusações, mas também cobra providências enérgicas contra aqueles que, segundo ele, tentaram manchar sua reputação de forma leviana.

O caso acirra ainda mais os ânimos no cenário político nacional, especialmente no contexto dos desdobramentos da CPMI do INSS, que investigou fraudes e irregularidades no sistema previdenciário. As representações protocoladas por Gaspar agora aguardam análise do STF, da PF e da PGR, que deverão avaliar a procedência das acusações mútuas entre os parlamentares. Enquanto isso, o episódio levanta discussões sobre os limites da imunidade parlamentar e o uso de acusações graves como estratégia no embate político.

Por: João Bosco

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

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