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CRISE NA ALIANÇA PT-RODRIGO PACHECO EM MINAS GERAIS AMEAÇA PALANQUE DE LULA NO MAIOR COLÉGIO ELEITORAL DO PAÍS

  • há 3 horas
  • 2 min de leitura

Crise na aliança PT-Rodrigo Pacheco em Minas Gerais sinaliza fim de parceria estratégica

Tudo indica que a parceria entre o Partido dos Trabalhadores (PT) e o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) em Minas Gerais está chegando ao fim. O parlamentar foi convidado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ser o candidato da aliança entre PSB e PT ao governo do estado. Inicialmente, Pacheco vislumbrava ser indicado pelo chefe do Executivo federal para a vaga deixada por Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF), o que não se concretizou. Agora, o senador mineiro aguarda uma possível nomeação para o Tribunal de Contas da União (TCU), cenário que também pode não se confirmar.

PT já admite buscar alternativa e define prazo para definição de Pacheco

Segundo o presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Edinho Silva, Rodrigo Pacheco informou, em reunião da aliança, que definirá até o final de maio se será ou não candidato ao governo de Minas Gerais. Apesar do prazo estipulado, o partido já começou a procurar uma segunda alternativa para compor a chapa. O nome mais cotado internamente para substituir Pacheco é o do ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSB), que já integrou a aliança nas eleições municipais e tem alta capilaridade eleitoral na capital mineira.

Empresário Josué Alencar surge como terceira via para a aliança

Caso Alexandre Kalil não demonstre interesse em assumir uma aliança ao Palácio da Liberdade, o PT já trabalha com um terceiro nome: o empresário Josué Alencar, filho do ex-vice-presidente José Alencar, que ocupou o cargo nos dois primeiros mandatos de Lula. Apesar de não ter experiência eleitoral prévia, Josué Alencar carrega o peso simbólico do sobrenome e é visto como uma alternativa de consenso entre as lideranças petistas e socialistas, ainda que sua viabilidade eleitoral seja considerada uma incógnita.

Falta de palanque mineiro preocupa campanha presidencial de Lula

A poucos meses das eleições estaduais, o PT ainda não tem palanque montado em Minas Gerais, tampouco uma definição consolidada da chapa que disputará o segundo maior colégio eleitoral do país, atrás apenas de São Paulo. A indefinição em torno da candidatura ao governo mineiro acende um sinal de alerta nos estrategistas da campanha presidencial, uma vez que Minas Gerais historicamente funciona como termômetro decisivo para as eleições nacionais. Sem uma aliança robusta no estado, o presidente Lula pode ver comprometido seu desempenho na região mais disputada do país.

Por: João Bosco

Foto: Rodrigues Pazzebom/Agência Brasil

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