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Atleta brasileira de triatlo morre afogada durante prova do Ironman nos Estados Unidos

  • há 6 dias
  • 2 min de leitura

A atleta brasileira Maria Flávia, de 38 anos, morreu na manhã deste sábado (19) durante a etapa de natação do Ironman Texas, competição de triatlo realizada na cidade de Woodlands, nos Estados Unidos. A brasileira desapareceu na água poucos minutos após o início da prova, que reunia centenas de competidores de diversas nacionalidades. Equipes de resgate foram acionadas imediatamente, mas, apesar da rápida mobilização, o corpo da atleta foi localizado aproximadamente duas horas depois. A confirmação do óbito ocorreu às 9h44 no horário local (11h44 em Brasília).

De acordo com informações divulgadas pelo Corpo de Bombeiros de Woodlands, o chamado de emergência foi registrado às 7h36 (horário local), cerca de 20 minutos após o início da etapa de natação. As buscas contaram com o apoio da equipe de mergulho da North Montgomery Fire Department, além de barcos e nadadores de resgate que percorreram o trecho do percurso onde a atleta foi vista pela última vez. O corpo de Maria Flávia foi retirado da água às 9h39, e a morte foi oficialmente confirmada cinco minutos depois. As causas do afogamento ainda não foram divulgadas pelas autoridades americanas, que investigam se houve falhas no suporte aos atletas ou problemas de saúde pré-existentes.

Maria Flávia era natural de São Paulo e residia há alguns anos nos Estados Unidos, onde se dedicava profissionalmente ao triatlo. Aos 38 anos, ela já havia participado de outras competições de longa distância e era conhecida no meio esportivo por sua disciplina e paixão pela modalidade. Amigos e familiares, ainda em choque com a notícia, fizeram publicações nas redes sociais lamentando a perda e destacando o carárito e a determinação da atleta. A Confederação Brasileira de Triatlo (CBTri) emitiu nota de pesar, manifestando solidariedade aos familiares e pedindo apuração rigorosa dos fatos.

O Ironman Texas é uma das provas mais tradicionais do circuito mundial de triatlo, com 3,8 km de natação, 180 km de ciclismo e 42 km de corrida. A organização do evento ainda não se pronunciou oficialmente sobre as circunstâncias do acidente, mas informou que está colaborando integralmente com as investigações. Casos como esse reacendem o debate sobre a segurança de atletas amadores e profissionais em provas de endurance, especialmente na etapa aquática, historicamente a de maior risco. O corpo de Maria Flávia será encaminhado ao consulado brasileiro para os procedimentos de repatriação.

Por: João Bosco

Foto: Redes Sociais/Maraflavia


 
 
 

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