AS URNAS DESTE DOMINGO (25) E A RESPONSABILIDADE DE REVERTER O ENDIVIDAMENTO DO PAÍS

Neste domingo (25), será um dia muito importante para a nação brasileira. Será o dia em que o povo escolherá o presidente do Brasil, o responsável por administrar uma das maiores nações do mundo, com 214 milhões de habitantes e 158,7 milhões de eleitores. Esses eleitores têm a responsabilidade de mudar os rumos de um país que paga um dos maiores juros do mundo e que, apesar de ser um dos maiores produtores de carne, ainda não garante alimento na mesa da maioria dos brasileiros.

O país vive contradições graves: é grande produtor, mas milhões passam necessidade; tem riqueza, mas convive com medo nas ruas por causa da criminalidade; e deveria proteger suas cidadãs, mas registrou 1.571 mulheres mortas por feminicídio, segundo dados consolidados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Além disso, tornou-se um dos principais corredores de drogas do planeta. Esse cenário é resultado de escolhas políticas equivocadas e de um governo que deixou o país endividado, sem responder com eficiência às urgências da população.

Na noite de sexta-feira (23), o debate mostrou ao eleitor brasileiro o contraste entre um conservadorismo político autoritário e uma juventude que quer corrigir esses disparates: juros menores, inflação equilibrada, comida na mesa de milhões de brasileiros — sendo que 80% das famílias estão endividadas —, empresários sufocados pelos altos juros e redução da dívida pública, que, segundo os dados apresentados, chegou a 11 trilhões de reais. O endividamento não é apenas um número: ele retira investimentos, encarece o crédito e compromete o futuro do povo.

Também se viu no debate o representante de um partido aconselhar o eleitor a consultar o Google, enquanto outro perguntou quem preside o país: o eleitor ou o Google. Ouviu-se ainda a defesa de propostas que enfraquecem a segurança pública, enquanto outro candidato alertou que a proteção do brasileiro ficaria à míngua, afirmando que acabaria com a polícia. O eleitor precisa ficar atento, pois um governo que deixou o país endividado e inseguro não pode ser premiado com a continuidade de erros.

Na checagem de fatos, um candidato apresentou 75,0% de veracidade em suas declarações, e o outro apresentou 28,6% de informações inverídicas. Diante disso, a população deve comparar propostas, cobrar responsabilidade fiscal e rejeitar a desinformação. O endividamento público e o endividamento das famílias exigem escolhas responsáveis, transparência e compromisso real com a recuperação econômica.

Amanhã será o dia que definirá o futuro do país por mais quatro anos. Portanto, a responsabilidade é do povo, é sua, é nossa. É nas urnas neste domingo (25) que o brasileiro pode reverter a situação, escolhendo um candidato comprometido com a redução da dívida, a geração de empregos, a segurança e a comida na mesa. Depois, não poderá reclamar de um futuro incerto ou de uma administração que não esteja à altura de um país tão bonito como o nosso Brasil.
Por: João Bosco









Vamos de 22 chega de tanta hipocrisia!