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ARLINDO CRUZ, MESTRE DO SAMBA, MORRE AOS 66 ANOS E DEIXA LEGADO IMORTAL

  • 9 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura

Arlindo Cruz, um dos maiores ícones do samba brasileiro, faleceu nesta sexta-feira (8), aos 66 anos, no Rio de Janeiro, deixando um legado inesquecível para a música popular brasileira. O velório será aberto ao público e acontecerá na quadra da Escola de Samba Império Serrano, na zona norte da cidade, permitindo que fãs e amigos prestem as últimas homenagens ao mestre. O sepultamento está marcado para este domingo (10), às 11h, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap.

Arlindo Domingos da Cruz Filho estava internado no Hospital Barra D’Or, onde veio a óbito em decorrência de complicações causadas por um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Sua partida encerra uma trajetória marcada por talento, dedicação e paixão pelo samba, estilo que ele ajudou a manter vivo e pulsante nas rodas, nas escolas de samba e nos corações de milhões de brasileiros.

Apadrinhado pela eterna Beth Carvalho, Arlindo Cruz construiu uma carreira brilhante, tanto como intérprete quanto como compositor. Entre seus maiores sucessos estão “Meu Lugar”, “O Bem”, “Será que é Amor” e “Amor dos Deuses”, músicas que atravessaram gerações e foram imortalizadas na voz de diversos cantores. Sua obra é considerada patrimônio cultural do Brasil, sendo celebrada tanto no carnaval quanto nos palcos mais prestigiados do país.

A morte de Arlindo Cruz representa uma perda irreparável para a música e para a cultura popular brasileira. Mais do que um artista, ele era um contador de histórias, um poeta do povo e um defensor das tradições do samba. Sua presença alegre, seu sorriso marcante e seu compromisso com a arte continuarão vivos nas canções que deixou e na memória de todos que tiveram o privilégio de ouvi-lo e conhecê-lo.

Por: João Bosco

Foto: Instagram

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