Delegado Waldir (PSL-GO) - Será que é o político que o Brasil quer e precisa? - Eu vou "implodir" o presidente, vagabundo!

18.10.2019

 

Infelizmente, o Brasil vive em sucessões de políticos que não são favoráveis ao bem da nação. Que não condizem com os anseios da população brasileira. É inadmissível que um deputado representante do povo, se dirija a um presidente da república que, abertamente pediu lisura e transparência nas atitudes e no manuseio do dinheiro público que se direciona aos partidos políticos. Se há investigação por parte da Polícia Federal e do Ministério Público em relação a candidatas laranja, há indícios de ilicitude. Luciano Bivar deveria provar juntamente com suas executivas estaduais, onde os problemas aconteceram, a lisura do partido e não o delegado ameaçar um presidente da república. É fácil, se são falsas as notícias, as filmagens, os dados que a Polícia Federal e o Ministério Público tem em seu poder, comprove! O presidente tem toda razão em cobrar dos seus correligionários transparência. Pois, vivemos, há pouco, momentos de impunidade, de corrupção e formação de quadrilha, o povo não quer mais essa situação, o Brasil não quer mais essa posição. O que se quer são transparência e honestidade. Por isso, o presidente tem razão.

A Polícia Federal levou dois meses para ser autorizada pela Justiça de Pernambuco a cumprir nove mandatos de busca e apreensão, como parte do inquérito que investiga a suspeita de que Bivar comandou esquema semelhante em Pernambuco.

“A operação fortalece nosso pedido por transparência no uso de recursos públicos e na democracia das decisões, disse Carla Zambelli” (PSL-SP).

“Eu acho que reforça a tese da importância da transparência. Era melhor ter aberto as contas sem que a Polícia Federal tivesse que ir lá buscar”, afirma o Major Vitor Hugo (PSL-GO).

O líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO), por exemplo, chamou a operação de circo. Nas redes sociais, houve repercussão.

Em fevereiro a Folha mostrou que o grupo de Bivar direcionou a Maria de Lourdes, 68, secretária administrativa do partido em PE, R$ 400 mil de dinheiro público às vésperas da eleição. A terceira maior cifra direcionada pela direção nacional da sigla a um candidato – a candidata Joice Hasselmann que teve 1,079 milhão de votos não obteve valor, nem igual e muito menos próximo a esse.

“A defesa do presidente do PSL nega irregularidades e diz ter visto com estranheza a operação”.

Bolsonaro e mais 21 parlamentares enviaram um requerimento solicitando uma auditoria nas contas públicas dos últimos cinco anos do PSL. 

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