Radares móveis nas rodovias federais foram suspensos pelo governo e iniciará a partir de segunda-feira (19)

15.08.2019

 

Como Jair Bolsonaro anunciou no Rio Grande do Sul no começo dessa semana, ele suspendeu os radares móveis (caça niqueis), como ele diz, em todo o território nacional, nas rodovias federais. Já está publicado no Diário Oficial da União, e repassada ao Ministério da Justiça. A determinação começará a ser cumprida na segunda-feira (19).

É uma decisão minha, "é só determinar que a PRF não use mais", "mas, se alguém me provar que esse trabalho é bom, eu volto atrás".

A determinação do governo irá valer até que seja concluída uma revisão das normas de fiscalização eletrônica de velocidade, a ser realizada pelo Ministério da Infraestrutura. 

A suspensão se aplica nos radares estáticos, móvel, e portátil. A suspensão não vale para radares fixos, instalados em locais definidos.

Em parte, o presidente tem razão, os radares móveis não são usados onde se tem um trecho perigoso, mas sim, em locais aonde não tem necessidade de ser fiscalizado, hoje, é utilizado com a simples intenção de multar os condutores de veículos. Tornando-se assim, um verdadeiro caça níquel. Radares são colocados e utilizados em locais com alto índice de acidentes e não com a simples finalidade de multar o condutor, como vem acontecendo em todo o país. Só no estado do Rio Grande do Sul, foram aplicadas 55,9 mil multas com radares móveis, que resultou em R$ 8,2 milhões. É um assalto e uma maneira de faturar em cima do condutor. Se a PRF trabalhasse com os radares móveis em locais com alta incidência de acidentes, seria uma forma de evitar acidentes e de instruir o motorista, mas o princípio não é este, por isso, Bolsonaro suspendeu os radares móveis.

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