Óleo de coco é veneno puro, segundo a epidemiologista do Instituto de Havard

24.08.2018

 

Karin Michel, epidemiologista da Universidade de Harvard conclui em pesquisa que o óleo de coco é puro veneno. Ela fez um vídeo em alemão com mais de 970 mil visualizações no You Tube, após comparar o queridinho das nutricionistas com puro veneno.

Karin realizaou uma palestra intitulada “Óleo de Coco e outros Erros Nutricionais” na Universidade de Freiburg e revelou que o coco é um dos piores alimentos que o ser humano possa ingerir. Segundo ela, o óleo de coco é mais perigoso do que banha por conter quase exclusivamente ácidos graxos saturados, que aumentam os níveis de colesterol (o ruim e o bom) e poderiam entupir as artérias coronárias. Ela recomenda que as pessoas evitem gordura saturada, como a encontrada no óleo de coco.

A apresentação em alemão foi traduzida para o inglês pelo site Business Insider e foi citada pelo The New York Times. O jornal americano lembrou, porém, que, apesar de muitos especialistas serem céticos a respeito da alta popularidade do óleo de coco, propagado como comida saudável ou superalimento, eles não chegam a ser tão dramáticos quanto a pesquisadora.

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem) e a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso) também divulgaram um posicionamento sobre o assunto: 

"Considerando que não há qualquer evidência nem mecanismo fisiológico de que o óleo de coco leve à perda de peso. Considerando que o uso do óleo de coco pode ser deletério para os pacientes devido à sua elevada concentração de ácidos graxos saturados, a Sbem e a Abeso posicionam-se frontalmente contra a utilização terapêutica do óleo de coco com a finalidade de emagrecimento, considerando tal conduta não ter evidências científicas de eficácia e apresentar potenciais riscos para a saúde."

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