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SES-MG CONFIRMA TRÊS CASOS DE FEBRE MACULOSA NA ESA EM TRÊS CORAÇÕES

  • 30 de jun.
  • 2 min de leitura

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) confirmou, neste ano de 2026, três casos de febre maculosa na Escola de Sargentos das Armas (ESA), localizada no município de Três Corações, no Sul de Minas. De acordo com o órgão estadual, todos os pacientes diagnosticados com a doença foram prontamente encaminhados para tratamento adequado e evoluíram favoravelmente para a cura, não havendo, até o momento, qualquer registro de óbito relacionado aos casos.

A febre maculosa é uma doença infecciosa grave, transmitida pela picada do carrapato-estrela infectado pela bactéria Rickettsia rickettsii. Os sintomas iniciais incluem febre alta, dor de cabeça intensa, manchas vermelhas pelo corpo e dores musculares, podendo evoluir para quadros mais severos se não tratados precocemente. A confirmação dos casos na ESA acendeu o alerta para a necessidade de medidas preventivas, especialmente em áreas com vegetação e presença de animais que possam abrigar os carrapatos transmissores.

A SES-MG informou que a situação epidemiológica segue sendo rigorosamente monitorada em conjunto com a Unidade Regional de Saúde (URS) de Varginha e com a Prefeitura de Três Corações. As equipes de vigilância sanitária já estão atuando na orientação da comunidade militar e da população local sobre os riscos da doença e as formas de prevenção, como o uso de roupas claras, calçados fechados e repelentes, além da inspeção periódica em animais domésticos e da manutenção de áreas gramadas.

Embora os casos tenham apresentado desfecho positivo, as autoridades reforçam a importância do diagnóstico precoce e do tratamento com antibióticos específicos, que são eficazes quando iniciados nos primeiros dias após o aparecimento dos sintomas. A SES-MG mantém canais abertos para esclarecimento de dúvidas e reitera que não há registro de outras ocorrências suspeitas no município, garantindo à população de Três Corações e região que as medidas de controle e vigilância permanecem ativas e integradas entre as esferas municipal e estadual de saúde.

Por: João Bosco

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