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CPI DA COVID TERMINA COM ROTEIRO TEATRAL PREVISÍVEL


Enfim, uma das maiores peças de teatro da política brasileira está chegando ao fim. O final, todo nós já sabíamos, será o indiciamento do presidente da república, Jair Bolsonaro. Impetraram a ele vários crimes como: charlatanismo, falsificação de documentos, emprego de verbas públicas irregulares, crime contra a humanidade e de responsabilidade. No caso do genocídio, mudaram o roteiro no último dia e a retiraram.

Tendo como presidente Omar Aziz e como relator Renan Calheiros, os dois se esqueceram de citar ou apresentar os seus históricos políticos. O Chefe da CPI, o senador Omar Aziz, não pode se esquecer que, ele e familiares foram alvos da Polícia Federal que investigou desvios de verbas na casa de R$ 100 milhões no estado do Amazonas, por sinal, na saúde, onde poucos divulgaram a prisão de sua esposa Nejmi Aziz, juntamente com mais três irmãos do senador por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Outro vasto histórico judicial durante a sua carreira política, é o do Senador Renan Calheiros, onde registra mais de 25 processos contra ele e envolvimento em mais 20 inquéritos. Hoje, é conhecido como "Renangate".

Ajustados entre si, nasceu a CPI do Covid, onde o final, todos nós já prevíamos. "O responsável pelas milhares de pessoas mortas é Jair Bolsonaro".

O certo é que a CPI do Covid desviou por completo de suas funções e objetivos. Não se esqueceram de citar os governadores dos estados, mas correram para ignorá-los, pois poderiam dar um tiro no pé. E assim, foram desperdiçados milhões de Reais em uma peça teatral que mais parecia uma comédia de mau gosto, tendenciosa e sem fundamento, queimando o dinheiro público.

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