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O destino das mensagens de Moro era a venda para o PT, segundo o advogado do DJ preso Gustavo Elias


Ariovaldo Moreira, advogado de Gustavo Elias Santos, um dos quatro presos ontem pela Polícia Federal no caso dos supostos hackers do celular do ex-juiz Sérgio Moro e atual Ministro da Justiça, afirmou que seu cliente disse que seu cliente não é culpado, mas é amigo de Walter Delgatti Neto, foragido da polícia. Segundo o advogado, seu cliente relatou que a intenção de Walter era vender as mensagens "hakeadas" do celular do ministro Sérgio Moro ao PT (Partido dos Trabalhadores). Mas, segundo Ariovaldo, o seu cliente não tem ciência se o material foi ou não negociado e afirma que seu cliente não tem envolvimento com a suposta invasão.

"Cuidado que você pode ter problema com isso", teria dito Gustavo ao ver o material apresentado por Walter.

Walter teria confessado a invasão

Algumas pessoas que tiveram acesso ao depoimento de Walter Neto à Polícia Federal, afirmaram que ele assumiu a autoria da invasão eletrônica ao celular de Moro e ao de Deltan Dallagnol.

Walter é conhecido como "Vermelho", no Twitter, ele comemorou a divulgação das mensagens na mídia.

Todos os presos estão em Brasília com prisão temporária decretada por cinco dias - que pode ser prorrogado.

A assessoria do PT se manifestou sobre o caso por meio de nota, afirmando que Moro, "responsável pela farsa judicial contra o ex-presidente Lula, comanda agora um inquérito da Polícia Federal com o claro objetivo de produzir mais uma armação contra o PT".

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