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Quem foi, e quem não foi eleito no Sul de Minas. E as eleições para Governador e Presidente da Repúb


O Sul de Minas tem novas representatividades políticas para 2019


O resultado do pleito eleitoral mostrou que o povo está de olho nos seus candidatos e procura por novos rumos. No Sul de Minas houve uma mudança muito grande em relação aos eleitos para deputado estadual. Foram eleitos Mauro Tramonte (PRB) - Poços de Caldas; Mário Henrique Caixa (PV) - Três Pontas; Antônio Carlos Arantes (PSDB) - Jacuí; Cássio Soares (PSD) - Passos; Dalmo Ribeiro (PSDB) - Ouro Fino; Ulysses Gomes (PT) - Itajubá; Duarte Becair (PSD) - Cristais e Cleiton Oliveira (DC) - Varginha.

Essas eleições mostraram que há uma necessidade de renovação e isso fez com que o quadro de eleitos na região fosse diferente de anos atrás.

Para Deputado Federal foram eleitos Reginaldo Lopes (PT) - Bom Sucesso; Emidinho Madeira (PSB) - Nova Resende; Odair Cunha (PT) - Boa Esperança; Bilac Pinto (DEM) - Santa Rita do Sapucaí e Dimas Fabiano - Varginha. Se a eleição para deputado estadual é difícil, para federal, nem se fala. Nesta hora, a presença do representante municipal é muito importante para eleger um candidato à Deputado Federal. Se o prefeito tem um respaldo político na atual administração, com certeza, isso irá ajudar e muito a eleger um representante no Congresso Nacional. Por quê, um Deputado Federal não depende apenas de um município, mas de vários. Isso, falando de cidades do interior. E para quem já está no Congresso, precisa trazer para o município que o elegeu o retorno dos seus votos, principalmente, nos tempos de crise financeira.

Minas Gerais, elegeu Rodrigo Pacheco e Carlos Viana para o senado. Rodrigo Pacheco, é atual deputado federal e Carlos Viana, jornalista, radialista mineiro que vai ser um dos representantes em Minas naquela casa. A surpresa, foi o quarto lugar de Dilma Rousselff, citada nas pesquisas de intenção de voto com 28%, e o segundo lugar com 14%. Onde estão tais pesquisas? Porque não confiar nelas? O que se viu foi um erro grotesco. Será?

Para governador, tivemos uma grande surpresa. Um segundo turno sem o PT de Fernando Pimentel. As pesquisas indicavam Antonio Anastasia (41%) e Fernando Pimentel (21%) em segundo lugar. Onde estão elas novamente? Romeu Zema apareceu do nada, de repente e cravou 42,73% dos votos do dia para a noite? Outro erro grotesco, e o interessante é que elas tinham uma tendência petista, tanto para governador como para senador. O que deve ter acontecido?

Para presidente, não foi diferente. Pesquisas davam Bolsonaro com 30% até quatro dias antes das eleições. Dois dias depois, colocaram Bolsonaro 35% das intenções de voto. Um dia antes da eleição, ele tinha nas pesquisas 41% das intenções de voto. Bolsonaro fechou com 46,03% dos votos válidos contra 29,28% de Fernando Haddad. O interessante é que não há diferença nas pesquisas sobre o percentual de Fernando Haddad. O que pode ter acontecido?


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