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Transações paralelas, Omissão de recebimento de R$ 3,2 milhões, podem tirar Fernando Pimentel do car


Cada dia mais complicado para o o Governador Fernando Pimentel que teve ontem confirmada mais uma denúncia do PGR no STJ.


Investigações da Operação Acrônimo são confirmadas pela Procuradoria-Geral da República que confirma ter encontrado uma estrutura paralela de arrecadação de fundos e custeio de despesas com dinheiro vivo e transações bancárias dissimuladas.

Na última sexta-feira, foi quebrado o sigilo da denúncia feita pela PGR que trata de omissão e falsidade na prestação de contas contra o governador. O Ministério Público Federal fez a liberação de informações da denúncia hoje.

Hermann Benjamin, relator da ação, determinou na última sexta-feira (18) a quebra do sigilo.

Pimentel é acusado de omitir o recebimento de R$ 3,2 milhões, recursos esses, originados de empresas como JHSF e Gomes de Almeida.

Segundo o PGR, indica a existência de esquema de pagamentos e doações ocultas, quando Pimentel era Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Luciano Maris Maria, vice-procurador da Republica, relata sobre o esquema: “Ao lado da campanha oficial (tanto de responsabilidade do candidato, quanto do partido) corria uma estrutura paralela de arrecadação de fundos e custeio de despesas mediante dinheiro vivo e transações bancárias dissimulada."

“Com a intermediação de Benedito Rodrigues, Fernando Pimentel teria solicitado o pagamento a pretexto influenciar na aprovação de pedido de outorga para construção e exploração de aeroporto na Região Metropolitana de São Paulo.” Benedito Rodrigues é o Bené, apontado aqui, como operador de Pimentel. Segundo a investigação, houve uma pesquisa de opinião, sem declaração das despesas na campanha de Pimentel. O referido valor é de R$ 1 milhão. Pimentel tem mais três denúncias envolvendo a Odebrecht e a Caoa, sendo acusado por lavagem de dinheiro envolvendo contratos com o BNDES.


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