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Projeto de abuso de autoridade é aprovado no Senado com várias mudanças do texto original


Muito reboliço depois da Lava-Jato. Incomodados com as atuações do judiciário, os políticos brasileiros (Senadores e Deputados), trataram logo, de arranjar uma forma de punir autoridades judiciais e policiais. Assim, foi Renan Calheiros. Que apresentou no ano passado quando ainda era presidente do Senado, o projeto de abuso de autoridade, que foi recusado pela maioria de seus colegas. Não conformado, Roberto Requião, senador do Estado do Paraná, apresentou um novo projeto, que foi logo aprovado pelo ex-presidente do senado. Mas, após pressão de juristas e autoridades policiais e de colegas do Senado, Requião retirou alguns termos, pois estava presumindo a rejeição do projeto. Sendo assim, foi aprovado com várias restrições do projeto inicial.

Façamos um parâmetro das MP's que são apresentadas e ficam mofando no Senado e na Câmara, pois não são de interesses dos políticos. Tivemos agora uma mostragem de como é fácil e rápido aprovar uma MP no Senado e na Câmara dos Deputados. "Basta que haja interesse de alguns (esses alguns, são muitos. Pois, 80% deles, estão envolvidos em propinas e caixa 2). Um Projeto de Lei votado em tempo recorde. Mas, se for de interesse da população carente, da edução, da segurança e da saúde. Ele fica parado por indicadores do Legislativo afirmando a falta de verba do estado, ou seja. O Governo soprou nos bastidores que a medida não pode passar e assim, ela mofa e perde nos corredores do Senado e da Câmara.