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Petrobras tem sua nota elevada apesar da dívida


A Petrobras é a empresa mais endividada do mundo no seu segmento. Ela trabalhando na venda de seus ativos, apesar dos dos fatos de corrupção e desvio de verbas que deixaram a empresa brasileira em uma situação precária financeiramente. No ano passado, a Petrobrás tinha uma meta de U$$15 bilhões na venda de ativos, chegou a U$$ 13 bilhões. O que vem segurando as metas e vendas desses ativos, são ações judiciais do sindicato da classe. Como aconteceu agora em Sergipe. A venda da "Nova Transportadora Sudeste" para uma empresa canadense por U$$ 5,19 bilhões, foi suspensa pela Justiça Federal de Sergipe. O sindicato entrou com 7 pedidos de liminar, dos quais obteve sucesso em cinco. Mas, com certeza, é uma questão de tempo. Quando esses recursos chegarem a uma esfera mais alta da justiça, terão cartão verde para a realização da venda. A Standard & Poor's elevou a nota da Petrobras de B+ para BB- (Três níveis abaixo do grau de investimento). A Petrobrás pretende chegar em 2018 com níveis de investimento. O que sem dúvida, será necessário a venda de várias de suas subsidiárias.

Caros leitores, esse é o retrato daquela que foi a terceira maior empresa de petróleo do mundo e com a respeitabilidade de seus concorrentes e de todos os países do planeta. Mas, a irresponsabilidade, o jogo político, as mentiras para manter o Brasil com investimentos sociais eleitoreiros, jogaram a Petrobras no fundo do poço. Alguns responsáveis por estes atos, estão na cadeia. Mas os chefões, os conselheiros que assinaram a compra de Pasadena, ficarão impunes? Não há igualdade judicial nas leis? Serão, dois pesos e uma medida? Por quê? Se está comprovado que Dilma era a presidente do conselho e endossou a venda, mesmo sabendo que estaríamos comprando um elefante branco jogado as ferrugens além do superfaturamento, vai ficar impune?


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